27.2.09

Assim pensava Artur Bual…

Definição de Arte, por Bual Bual, Dez 2001Aqui fica a mensagem para Braga! Assim escreveu Bual.

    Sopro do ser, ultima expo de Bualnatalia-correia-por-bualDIGITAL CAMERA

Bual nasceu em Lisboa em 1926 e faleceu na Amadora em 1999. Pintor, Escultor e Ceramista, representativo das várias tendências da pintura abstracta em  Portugal. Realizou diversas exposições em Portugal e no estrangeiro, entre 1952 e 1999. Está representado em diversas colecções: Palácio da Justiça de Lisboa, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Museus Nacionais, Câmaras Municipais, Centro de Formação Profissional de Pegões, Governo Regional dos Açores, etc. Executou diversos frescos em 12 Capelas, no Alentejo e Ribatejo.

Cristo, bual  artur-bualOLYMPUS DIGITAL CAMERA         Sopros de Ser, Bual

O artista colaborou com Carlos Avilez e Francisco Relógio, como director plástico em várias cenografias levadas à cena no Teatro Experimental de Cascais e do Porto.
Foi director gráfico da revista de arte e letras “Contravento”. Executou painéis-mosaico para a estação da CP da Amadora e para o Metropolitano de Lisboa.
Ilustrou os livros “Instinto Supremo” de Ferreira de Castro, “As Alegres Noites de Um Boticário” de Miguel Barbosa e “Rencontre avec culture Portugaise” (Nov/91, Paris).

14.2.09

“Descubra as semelhanças” ;-)

Um dia fotografei uma árvore algo peculiar, aqui próximo, num bairro carenciado nas imediações do Palácio da Ajuda. Ao fundo vê-se a “Torre do Galo”, local de eleição da etnia cigana para a realização de bodas matrimoniais.

Mais tarde, em deambulações cibernáuticas, encontro imagens de Quipucas…e a sinapse aconteceu :-)

Árvore Quipucas            

As Quipucas são pequenos celeiros suspensos, construidos por fibras vegetais para armazenagem e conservação de feijão, milho ou ginguba. Os pequenos celeiros naturais formam o lugar ideal para conservar estes alimentos de forma arejada, seca e distante dos roedores, dando ao kimbos um ar insólito. Estas fotos foram recolhidas na região de Marimba / Angola.

Árvore psicadélicaQuipucas2Quipucas3 Árvore-Versão 2 Brincando no photoshop

Estas imagens davam um mote extraordinário para espairar largas pinceladas em tons terra e ocre sobre a tela :-)

13.2.09

Paulo Ossião

O artista desenvolve a técnica e a estética, o ofício, ciente das possibilidades de comunicar por meio de uma sábia utilização da cor e das tonalidades harmoniosas, envolventes.
São determinantes nas telas de Paulo Ossião (pintor lisboeta, nascido em 1952) os jogos dos azuis, de muitos azuis e brancos fiéis a uma poética que organiza os casarios, os telhados, as janelas, conferindo-lhe uma relação nunca distanciada do imaginário e do sonho, da qual nos tornamos espectadores cúmplices da luz e das transparências em que as próprias névoas se transformam; espectadores capazes de interpelar os grandes silêncios derramados sobre a linguagem artística de Paulo Ossião.

Paulo Ossião2 Paulo Ossião paulo ossio 40x58

10.2.09

Dicas


 computador2

Estou no Windows live writer, efectuei previamente o meu registo, e eis que é possível publicar uma mensagem a partir deste programa!!!!! Quando explorar mais as possibilidades, volto para deixar umas dicas

Luís Athouguia, António Palolo e Anos 90

Luis A. nasceu em 1953, em Cascais, Portugal. É diplomado pelo IADE, Lisboa. Ilustrou capas de livros de grandes autores nacionais e internacionais (Criativo da Portugália Editora, 1977/81). Colaborou em equipas de Projectos de Interiores e Arquitectura. Participou em importantes Bienais de Arte, encontros de Arte Postal e Acções de Solidariedade. Desde 1983 realizou mais de duas centenas de exposições de Pintura. Distinguido com o Prémio Vespeira de Desenho em 1997 na Bienal do Montijo. Veja as suas obras em:

http://www.athouguia.com/

O Centro de Arte Manuel de Brito apresenta, de 31 de Janeiro a 17 de Maio, duas novas exposições: António Palolo e Anos 90Dando continuidade à apresentação ao público da Colecção Manuel de Brito, na selecção Anos 90, pretende-se ilustrar com o conjunto apresentado as dinâmicas das artes visuais portuguesas neste período no contexto da Colecção.

De uma forma geral, a década de 90 é uma época de ruptura e também de expansão dos campos/limites tradicionais da obra de arte, de busca de novos e diferenciados conceitos estéticos no quadro das novas possibilidades que a fusão, apropriação/incorporação das novas tecnologias permite no processo de criação artística.

A geração de 90 afirma-se agora contra a geração de 80

No entanto, a necessidade de legitimação perante uma procura de mercado por produtos de prestígio que surge com o florescimento de uma classe abastada nos anos 80 em Portugal, acaba por condicionar o arrojo experimentalista, marcando um significativo desfasamento entre a prática artística nacional e a internacional.

Os anos 90 em Portugal serão, então, o paradoxo do binómio Experimentalismo/Convencionalismo. Em exposição estão obras de Paula Rego, Joaquim Rodrigo, Ana Vidigal, Fernando Lemos, Júlio Pomar, Menez, Nikias Skapinakis, Paula Rego, Eduardo Batarda, Pedro Chorão, Ascânio MMM, Graça Morais, Lisa Santos Silva, Ilda David, Urbano, Ana Vidigal, José Loureiro e Miguel Telles da Gama.

Na exposição individual de António Palolo (1946-2000), artista autodidacta nascido em Évora, apresentam-se obras desde os inícios dos anos 60 até 1984. A necessidade de experimentar será talvez a característica mais marcante do trabalho deste artista, que acompanhou os diferentes movimentos artísticos, passando do informalismo para a transvanguarda, pela arte-pop, pelo abstraccionismo geométrico até à arte conceptual.

Num jogo contínuo que estabelece com o olhar, Palolo propõe um sistema integrado de formas orgânicas com estruturas geométricas.

Citando Helena Freitas, “pintor da luz e da cor, António Palolo movimenta-se entre a abstracção e a figuração com a destreza de um absoluto domínio das técnicas da pintura e com a ironia de saber manipular os discursos das conjunturas artísticas”.

Morada:
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, Algés

Horário:
Terça a domingo_11h30 às 18h00
Última sexta-feira de cada mês - 11h30 às 24h00

3.2.09

Exposições a decorrer

A Mensagem, do Pintor Joaquim de Carvalho
De: 2009-01-16 a 2009-02-13 

A Câmara Municipal de Cascais e a Comunidade Cultural Virtual propõem uma exposição que terá lugar na vida real e no universo virtual do Second Life. Composta por quadros de Joaquim Carvalho, pintor que possui uma vasta obra dedicada a Fernando Pessoa, a mostra centra-se em 34 poemas da obra Mensagem – primeiro e único livro publicado em português em vida do poeta.

Informações pelo tel.:214825021.
Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana e www.secondlife.com 

2ª feira das 13h às 19h00 | 3ª a 6ª feira das 10h às 19h00 | Sábado das 10h às 13h00 e das 14h às 18h00

Organização: C.M. Cascais e Comunidade Cultural Virtual
Três homens numa barca de Fernando Vidal, Freitas Cruz e Rui Aço
Mostra colectiva de artistas residentes em Cascais, na qual desenvolvem um trabalho de criação própria e de ensino de pintura e desenho.A barca é apenas um ponto de partida; no momento da exposição, o espaço será a própria barca, uma nave ou um veículo que transporte consigo o espectador em busca de novas paragens. Acompanhe o processo de preparação da exposição no blog http://3homensnumabarca.blogs.sapo.pt.

Centro Cultural de Cascais

De 3ª feira a domingo das 10h às 18h00

Organização: Fundação D. Luís I e Oficina do Desenho

Apoio: C.M. Cascais, Instituto de Turismo de Portugal, Companhia de Seguros Allianz e Bestartis – Portal das Artes